Quebrando a Semana: especial de feriadão!

O Quebrando a Semana traz um especial de feriadão com destaques do mundo gamer, incluindo a carreira lendária de Barry Leitch, revelações de Pete Hines sobre a Bethesda e novas polêmicas envolvendo a Microsoft.
🕹️ Entrevistas, denúncias, bastidores da indústria e novidades sobre PlayStation e Xbox movimentam a edição, além de investimentos milionários do Reino Unido no setor de games.
🇧🇷 O showcase da Nuntius Games celebra produções brasileiras, reforçando o crescimento da cena indie nacional e convidando o público a apoiar novos lançamentos.

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A Gamescom Latam Vem Ai…

A Gamescom Latam chega com números impressionantes e a promessa de se tornar a maior vitrine de games da América Latina, reunindo indies, grandes empresas e público geral. Apesar do entusiasmo, o texto destaca que o verdadeiro impacto do evento depende do que acontece depois — oportunidades reais, negócios e continuidade. A coluna reforça que um evento forte só faz sentido se ajudar a fortalecer também o mercado brasileiro de games.

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Quanto de alguém precisa desaparecer para você sentir que perdeu?

A demência não começa com a ausência, mas com pequenas perdas que acontecem enquanto a pessoa ainda está ali. Neste texto, parto do filme Meu Pai e dialogo com Para Sempre Alice para refletir sobre a experiência de ver alguém se transformar aos poucos, sobre o luto que começa antes da despedida e sobre a necessidade de reconstruir o amor quando a memória já não sustenta o vínculo. Entre a clínica e o cinema, uma pergunta permanece: quanto de alguém precisa desaparecer para que sintamos que já perdemos?

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Eu Joguei Investigação Póstuma

O autor relata sua experiência ao jogar Investigação Póstuma, destacando o apelo visual, o estilo de narrativa interativa e a forte inspiração literária em Machado de Assis. Ele elogia a produção e a ambientação noir, mas aponta que o ritmo detalhado pode afastar jogadores acostumados a experiências mais ágeis. No fim, reforça que o jogo é de alta qualidade e merece ser apreciado como parte da cena brasileira de games.

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Transtorno dissociativo de identidade: entre o espetáculo e a realidade

O transtorno dissociativo de identidade (TDI) é frequentemente distorcido pelo cinema, que o retrata como algo espetacular, violento ou exagerado. Na realidade, trata-se de uma condição rara, ligada a traumas profundos e marcada por fragmentação da identidade e lacunas de memória. O texto esclarece mitos, explica critérios clínicos e diferencia ficção de realidade.

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Quando O Jogo Some Do Mapa!

Os jogos digitais desaparecem com muito mais frequência do que o público imagina, seja por venda de estúdios, abandono de projetos ou inviabilidade comercial. Sem manutenção, servidores, atualizações ou interesse corporativo, até títulos relevantes acabam sumindo das lojas e da memória coletiva. A falta de preservação faz com que parte importante da história dos games brasileiros simplesmente deixe de existir.

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Lei Felca: proteção ou ruído regulatório?

A coluna discute como a Lei Felca, apesar da intenção de proteger jovens, pode gerar insegurança jurídica e aumentar o atrito para desenvolvedores, especialmente os indies. O risco maior não é a censura explícita, mas decisões preventivas das plataformas diante de regras vagas e mal definidas. O texto conclui que entender o ambiente regulatório é essencial para sobreviver em um mercado já competitivo e cheio de incertezas.

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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