{"id":18723,"date":"2020-12-07T20:43:23","date_gmt":"2020-12-07T23:43:23","guid":{"rendered":"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/?p=18723"},"modified":"2024-02-27T20:33:22","modified_gmt":"2024-02-27T23:33:22","slug":"late-review-ghostbusters","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/late-review-ghostbusters\/","title":{"rendered":"Ghostbusters | Review"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" src=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-1024x535.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20741\" srcset=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-1024x535.png 1024w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-300x157.png 300w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-768x401.png 768w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-500x261.png 500w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9-624x326.png 624w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-9.png 1308w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Late Review \u2013 Ghostbusters<br>I don\u2019t wanna call!<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><br>Antes de mais nada, gostaria de apresentar a linha Late Review. Esta \u00e9 uma linha que ser\u00e1 dedicada a reviews de jogos que passaram em branco nos seus lan\u00e7amentos e que a turma da UCEG e Quebrando o Controle s\u00f3 jogou tempos depois&#8230; Vamos para a primeira edi\u00e7\u00e3o deste selo!<br><br><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><br><br>Quem por a\u00ed n\u00e3o conhece Ghostbusters? Quem n\u00e3o adora a cara de enjoado de Peter Venkman, a cara de nerd de Egon Spengler, a anima\u00e7\u00e3o de Ray Stantz e a cara de quem n\u00e3o sabe como entrou no mundo da paranormalidade de Winston Zeddemore? E o Geleia? E o Homem de Marshmallow? Quem a\u00ed nunca cantarolou a pegajosa m\u00fasica tema de Ray Park Jr? <br><br>Bem, se Ghostbusters marcaram \u00e9poca no cinema, emplacando dois dos maiores blockbusters dos anos 1980, nos games esta franquia n\u00e3o foi l\u00e1 t\u00e3o privilegiada assim&#8230;<br><br>O primeiro jogo do NES era digamos, sofr\u00edvel&#8230;. O do Mega Drive deu alguma dignidade \u00e0 s\u00e9rie, apresentando uma boa aventura side scrolling. Alguns anos na geladeira, a s\u00e9rie retorna na gera\u00e7\u00e3o PS3 e Xbox 360 com um \u00f3timo Ghostbusters The Video Game (que eu ca\u00ed na besteira de emprestar para um conhecido e estou chupando o dedo at\u00e9 hoje, pois nunca mais vi meu jogo&#8230;).<br><br>Em 2016, a s\u00e9rie retornou aos cinemas e a reboque, a Activion resolve ressuscitar a s\u00e9rie de jogos com este Ghostbusters, objeto do Late Review, aproveitando o lan\u00e7amento do filme estrelado por Kristen Wiig e Melissa McCarthy e com a hil\u00e1ria participa\u00e7\u00e3o especial de Chris Hemsworth.<br><br>Se o filme foi relativamente competente servindo bem ao seu prop\u00f3sito de cinema-pipoca (mas longe de ser marcante como os filmes dos anos 1980), o jogo da Activision&#8230; Achava que ia entregar agora? Leia at\u00e9 o fim, farroupilha!<br><br><strong>Ghostbusters os fantasminhas camaradas. N\u00e3o, pera!<\/strong><br><br>Sobre a Activision ser uma das produtoras de jogos mais relevantes da hist\u00f3ria, acho que n\u00e3o temos muitas d\u00favidas disso. Desde sua cria\u00e7\u00e3o, ainda nos anos 1980, foi uma produtora de vanguarda e, at\u00e9 hoje, lan\u00e7a sucessos em escala global.<br><br>Mas nem s\u00f3 de acertos vive uma empresa, e digamos que esse jogo cairia melhor como um Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, do que um jogo dos Ca\u00e7a-Fantasmas.<br><br> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"319\" src=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20700\" srcset=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-2.png 567w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-2-300x169.png 300w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-2-500x281.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>O visual cartunesco agrada!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio, tenho que destacar que o visual cartunesco do jogo \u00e9 at\u00e9 bacaninha. O visual isom\u00e9trico das fases tamb\u00e9m \u00e9 algo que me agrada desde que joguei Crackdown no Mega-Drive, ainda nos anos 1990, e ainda hoje curto esse tipo de design de fases.<br><br> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"319\" src=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20701\" srcset=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-3.png 567w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-3-300x169.png 300w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-3-500x281.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Visual isom\u00e9trico \u00e9 interessante. Os gr\u00e1ficos, item.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica tema da franquia tamb\u00e9m est\u00e1 no jogo, com uma vers\u00e3o gostosa de escutar, fiel \u00e0 original e que mais uma vez vai grudar dentro do seu c\u00e9rebro por horas, e dias, talvez (estejam avisados e n\u00e3o digam que n\u00e3o avisei).<br><br>Ocorre que apesar desses elementos positivos (o elogio \u00e9 esse, positivo, ou seja, n\u00e3o \u00e9 \u00f3timo ou excelente), o jogo em si \u00e9 um tanto quanto sem gra\u00e7a.<br><br>Os personagens que n\u00e3o s\u00e3o oriundos dos filmes da s\u00e9rie, sejam os cl\u00e1ssicos, seja o \u00faltimo, tamb\u00e9m s\u00e3o bacaninhas. Por n\u00e3o ser um jogo baseado em um filme, o enredo nada tem a ver com qualquer das pel\u00edculas lan\u00e7adas at\u00e9 hoje. Os personagens tamb\u00e9m n\u00e3o, o que empobrece a experi\u00eancia por n\u00e3o termos qualquer vincula\u00e7\u00e3o emocional com os mesmos. N\u00e3o que isso seja um problema em si, mas a partir do momento que o pr\u00f3prio roteiro do jogo n\u00e3o desenvolve os personagens de forma adequada, acaba tornando-os esquec\u00edveis com o tempo. O humor \u00e9 for\u00e7ado, os di\u00e1logos simpl\u00f3rios e a trama&#8230; bem, a trama \u00e9 rasa o suficiente para n\u00e3o darmos import\u00e2ncia suficiente ao jogo.<br><br>Voltando aos personagens. Temos dois masculinos e dois femininos, todos com atributos pr\u00f3prios de for\u00e7a, velocidade, energia e outras habilidades. Enfim, com atributos que fazem voc\u00ea escolher ao que mais se adequa ao seu estilo de jogo. Com a progress\u00e3o do jogo voc\u00ea melhora seus atributos e equipamentos, algo meio que clich\u00ea nos dias de hoje, s\u00f3 que apresentado de forma burocr\u00e1tica, longe (mas muito longe) de uma evolu\u00e7\u00e3o como vista em The Witcher, Spider-Man, God of War e tantos outros jogos competentes desta gera\u00e7\u00e3o.<br><br> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"319\" src=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20702\" srcset=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-4.png 567w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-4-300x169.png 300w, https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/image-4-500x281.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>S\u00e3o 4 personagens jog\u00e1veis. Caracter\u00edsticas pr\u00f3prias s\u00e3o aprimoradas com o desenrolar do jogo<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de o level design ser pautado em visual isom\u00e9trico que como disse, me apetece, a escolha do jogo com os 4 personagens dispon\u00edveis em tela (com voc\u00ea controlando um e seus amigos ou a CPU os demais) \u00e9 question\u00e1vel. A partir da\u00ed, os erros, em especial a lentid\u00e3o na progress\u00e3o de fases, na a\u00e7\u00e3o, nos movimentos dos personagens em tela e na linearidade. Outro problema grave do jogo \u00e9 o n\u00edvel de desafio baix\u00edssimo que n\u00e3o empolga em momento algum.<br><br>Os inimigos s\u00e3o mal desenvolvidos, repetitivos e como os personagens jog\u00e1veis sem carisma, tornando o jogo, como dito, pra l\u00e1 de burocr\u00e1tico, sem inspira\u00e7\u00e3o e que torrar\u00e1, sem d\u00f3, de 7 a 8 horas do seu tempo (o meu eu j\u00e1 perdi e n\u00e3o tenho como recuperar&#8230;) <br><br><strong>Veredito<\/strong><br><br>Ghostbusters \u00e9 um jogo fraquinho, mal concebido e executado de forma pregui\u00e7osa, sem inspira\u00e7\u00e3o. A repetitividade das fases, inimigos e mec\u00e2nicas s\u00e3o a maior prova disso. A falta de um roteiro minimamente interessante com uma hist\u00f3ria capenga e personagens rasteiros s\u00f3 refor\u00e7a os problemas.<br><br>Quando se compara com o jogo anterior da franquia os problemas ficam ainda mais evidentes, dada a qualidade do antecessor (Ghostbusters: The Video Game), cuja vers\u00e3o remasterizada foi lan\u00e7ada em 2019 para a gera\u00e7\u00e3o PS4\/Xbox One e essa sim, merece horas de dedica\u00e7\u00e3o. <br><br><strong>Post Script<\/strong><br><br>N\u00e3o fosse a pandemia do Coronav\u00edrus, j\u00e1 ter\u00edamos assistido nos cinemas ao novo filme da franquia, uma sequ\u00eancia dos filmes dos anos 1980. Vamos esperar que seja t\u00e3o bom quanto os filmes antigos, para que a gente saia do cinema cantarolando<em> &#8216;If there\u2019s something strange, In the neighborhood, who you gonna call? Ghostbusters!&#8217;<br><\/em><br>Pr\u00f3s: Gr\u00e1ficos e m\u00fasica.<br><br>Contras: design de fases, modo campanha poderia ser mais longo, roteiro, lentid\u00e3o.<br><br><strong>Pontua\u00e7\u00e3o: <\/strong> 2\/5<\/p>\n\n\n\n<p>   <br><strong>Dados t\u00e9cnicos:<\/strong><br>Ghostbusters<br>Desenvolvedor: Fire Forge<br>Publisher: Activision<br>Plataformas: PlayStation 4, Xbox One e PC<br>Lan\u00e7amento: 12 de julho de 2016<br>Vers\u00e3o testada: PS4 (rodando em PS4 Slim)<br><br><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><a href=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Foto-Mario.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/quebrandocontrole.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Foto-Mario-300x300.jpg\" alt=\"Foto Mario\" class=\"wp-image-17419\" width=\"140\" height=\"140\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>M\u00e1rio Coelho Bessa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEntusiasta de jogos eletr\u00f4nicos desde os 5 anos de idade, quando ganhou seu primeiro videogame, um Atari 2600. Adora a gera\u00e7\u00e3o de 16 Bits e, por causa dela, virou colecionador\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Late Review \u2013 GhostbustersI don\u2019t wanna call! Antes de mais nada, gostaria de apresentar a linha Late Review. 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