Foto: Nintendo
Segundo Miyamoto, muito disso se deve ao fato de que o mundo mobile é bastante destoante da estratégia geral da companhia. Ele explica que a Nintendo sempre quis oferecer aos consumidores uma experiência baseada em softwares e hardwares que trabalham de forma integrada, o que não funciona bem no mundo dos smartphones e tablets.
‘Quando exploramos a oportunidade de fazer jogos do Mario para o telefone portátil — que é um dispositivo mais comum e genérico —, foi desafiador determinar o que esse game deveria ser. É por isso que eu desempenhei o papel de diretor de Super Mario Run, para conseguir traduzir aquela experiência de hardware da Nintendo para os dispositivos inteligentes’, explicou Miyamoto.
Durante a entrevista, o designer também revelou que Super Mario Run acabou sendo bem-sucedido em seu objetivo, que era expandir o alcance da franquia para um público maior. Enquanto o jogo não foi considerado um grande hit para o segmento mobile, ele conseguiu trazer mais de US$ 60 milhões em receitas em seu primeiro ano nas lojas.
Em comparação, Mario Kart Tour conseguiu fazer mais de US$ 300 milhões em 2019, graças a um modelo free-to-play baseado em microtransações. Miyamoto afirma que a Nintendo já está planejando os próximos jogos estrelados por seu mascote, mas preferiu não revelar muitos detalhes sobre eles no momento.
No entanto, ele deu a entender que um anúncio pode ser feito em breve e pediu para que o público fique atento às próximas transmissões Nintendo Direct. O game mais recente estrelado pelo herói, curiosamente, não foi desenvolvido pela Nintendo, tratando-se de Mario + Rabbids: Sparks of Hope, que chegou ao Switch em 2022 pelas mãos da Ubisoft.”
A revisão do texto consiste em corrigir possíveis erros gramaticais, ortográficos e de pontuação, bem como ajustar a redação para torná-la mais clara e concisa. Com base nisso, a única possível correção seria adicionar uma vírgula após a expressão “em comparação” para separar as ideias que são contrastadas. Dessa forma, a revisão sugerida é:
“Apesar de estrelar títulos como Super Mario Run e Mario Kart Tour, o mascote da Nintendo não deve ter no mundo mobile seu principal meio de sobrevivência futura. Em uma entrevista à Variety, o designer Shigeru Miyamoto explicou que a empresa teve grandes dificuldades em conseguir criar um game da série que fizesse sentido em telas de toque.
Segundo Miyamoto, muito disso se deve ao fato de que o mundo mobile é bastante destoante da estratégia geral da companhia. Ele explica que a Nintendo sempre quis oferecer aos consumidores uma experiência baseada em softwares e hardwares que trabalham de forma integrada, o que não funciona bem.

Jornalista e blogueiro
“Em cada trabalho que deve ser feito, há um elemento de diversão.”