Reboot na Xbox, Resident Evil em alta e o impacto da IA no hardware gamer

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A semana passada foi um verdadeiro choque para quem acompanha o meio gamer. Dois dos nomes centrais do Xbox, Phil Spencer e Sarah Bond, saíram da empresa sem qualquer pronunciamento oficial ou algo do tipo. Um “se aposentou” da companhia; a outra simplesmente se demitiu, foi afastada ou se desligou — ainda não sabemos ao certo, até o presente momento.

Agora, com uma nova CEO no comando, espera-se que a Microsoft consiga colocar a marca Xbox nos eixos e, assim, reconquistar o espaço no coração dos gamers, principalmente dos fãs que se sentiram traídos pela campanha “Isto é Xbox”, que promovia a ideia de que você poderia jogar os títulos disponíveis no Xbox One e no Series em qualquer lugar.

Outra questão inevitável é: será que, com a saída de Bond, veremos o retorno dos exclusivos, que são realmente importantes para qualquer ecossistema?

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Resident Evil Requiem foi lançado pela Capcom, e o título foi muito bem recebido pelos fãs da franquia de modo geral. O jogo nos leva de volta a Raccoon City, cenário explorado em Resident Evil 2 e 3, lá nos anos 1990, que, felizmente, foi destruída por uma bomba nuclear para impedir que a infestação do T-Vírus, do G-Vírus e de tantos outros agentes biológicos se espalhasse pelos Estados Unidos.

Agora é possível controlar dois personagens: Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy, que precisam investigar o que está acontecendo naquela cidade que, supostamente, deveria estar abandonada.

O nono jogo da franquia foi lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series e Switch 2. A pergunta que fica é: depois deste título, ainda teremos algo a mais ou a Capcom pretende encerrar a série?

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O mundo dos jogos eletrônicos segue a todo vapor, mas não podemos dizer o mesmo da parte que envolve o hardware. Com o avanço da IA, o aumento expressivo nos preços de SSDs e memórias RAM certamente fará com que os consoles atualmente vendidos também sofram reajustes. Quando? Só os deuses da informática sabem.

Por conta disso, o SteamMachine, que seria lançado no primeiro semestre de 2026, ainda está sem previsão, principalmente por causa desse cenário. A máquina, que será um computador customizado da Valve, pretende entrar na disputa para competir com os consoles de mesa. Se repetir o sucesso do Steam Deck, teremos algo bastante interessante pela frente.

Mas, voltando à questão principal, a IA está pressionando fortemente o mercado consumidor, e isso já é sentido por quem deseja montar um PC ou expandir memória e armazenamento. Por enquanto, os preços ainda não estão completamente fora da realidade – só metade dela – mas essa bolha pode fazer com que muitas empresas percebam tarde demais que o lucro imediato afetará o consumo futuro, especialmente quando o público decidir não voltar.

Vamos ver o que esta semana nos reserva no mundo dos jogos e da tecnologia!

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