Jogo É Jogo!

Os games e as apostas compartilham linguagem e mecânicas, mas têm propósitos culturais e econômicos completamente diferentes. Enquanto o videogame busca expressão, narrativa e experiência, as bets operam para maximizar engajamento e extração de valor. A confusão entre os dois setores afeta políticas públicas, percepção social e o próprio desenvolvimento de jogos no Brasil.

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O Custo Invisível Dos Anos De Desenvolvimento

O texto discute como projetos de jogos brasileiros passam anos em desenvolvimento sem conclusão, acumulando desgaste criativo, estrutural e humano. Mostra que financiamento, editais e visibilidade não garantem finalização quando há escopo inflado e má gestão. Usa casos como Trajes Fatais e 171 para ilustrar como o tempo excessivo pode transformar promessas em projetos eternos.

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Ninguém Cria No Vácuo

A discussão sobre IA não se resume a “roubo”, mas à diferença de escala e ao contexto econômico em que ela aprende e produz. Humanos sempre criaram a partir de referências, enquanto modelos reproduzem padrões em massa, afetando diretamente quem produz o material que os treina. O debate central é como integrar aprendizado humano e artificial em um sistema justo, sem substituir pessoas, mas potencializando-as.

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O Manual De Games Do Minc

O texto analisa o Manual de Games do MinC, reconhecendo seus méritos ao mapear políticas culturais e dialogar com outras linguagens artísticas.
Aponta, porém, limitações importantes: foco excessivo no audiovisual, falta de compreensão técnica sobre desenvolvimento de jogos e ausência de diretrizes práticas.
Conclui que, apesar de bem‑intencionado, o documento ainda não atende às necessidades reais da indústria de games no Brasil.

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Nova Lei da Multimídia: o que muda para quem trabalha com games

O texto explica que a Lei nº 15.325/2026 regulamenta a profissão de multimídia no Brasil, incluindo o desenvolvimento de jogos eletrônicos. Embora traga reconhecimento formal e alguma segurança jurídica, a norma não cria empregos nem políticas reais de fomento ao setor. Para os games, o impacto é mais simbólico do que estrutural, deixando de lado incentivos, apoio técnico e medidas específicas para a indústria.

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Resumindo 2025…

O cenário de games no Brasil em 2025 mostra vitalidade criativa apesar da falta de apoio estrutural. A produção independente segue como força central, impulsionada por eventos e pela resistência cultural dos desenvolvedores. Ainda assim, a ausência de políticas públicas e a baixa visibilidade mantêm muitos jogos nacionais invisíveis.

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Pequeno Catálogo Paralelo

O texto apresenta um panorama dos projetos paralelos publicados no site TILT, destacando sua importância histórica para o desenvolvimento de jogos no Brasil. Mostra como essas obras funcionam como laboratório de experimentação, ensino e preservação técnica ao longo de décadas. Defende que esse conjunto forma um registro valioso da criatividade e persistência dos desenvolvedores brasileiros.

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A Steam Não Te Odeia

O texto discute como muitos jogos brasileiros lançados na Steam desaparecem rapidamente por falta de visibilidade e engajamento. Ele aponta erros comuns dos desenvolvedores, como confiar apenas no algoritmo e negligenciar marketing e comunidade. Defende que estratégia, posicionamento e comunicação são tão essenciais quanto o próprio desenvolvimento do jogo.

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A Política nos Games

O texto discute como os games, mesmo quando parecem neutros, carregam críticas sociais e políticas em suas narrativas e mecânicas. Ele mostra exemplos de jogos que satirizam corrupção e costumes, destacando que sistemas de jogo sempre refletem ideologias. A conclusão reforça que os games são artefatos culturais complexos, capazes de provocar reflexão e ampliar perspectivas.

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Peixões E Peixinhos

O texto aborda a crescente onda de fusões e aquisições na indústria global de games, destacando movimentos da Tencent e do fundo soberano da Arábia Saudita. Essas operações reforçam o poder de gigantes como Ubisoft e EA, mas levantam riscos de concentração e influência política. Para desenvolvedores independentes, o cenário é ambivalente: pode abrir oportunidades de investimento, mas também ameaça a diversidade criativa.

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Por Um Punhado De Bits: Diversidade – Progresso Ou Patrulha

O debate sobre diversidade nos games brasileiros é um daqueles terrenos pantanosos em que cada passo pode ser interpretado como avanço, retrocesso, afronta ou aplauso. Se há alguns anos a questão parecia restrita a representações superficiais, como a cor da pele do protagonista ou a presença (rara) de personagens femininas jogáveis, hoje o cenário inclui […]

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Por Um Punhado De Bits: De Volta Ao Passado – Canal 3 Expo

Uma experiência nostálgica e inspiradora vivida no evento Canal 3 Expo, dedicado à cultura dos videogames clássicos e à cena indie brasileira. Destaca a importância de preservar a memória do entretenimento digital e de incentivar jovens desenvolvedores, inclusive os que criam para consoles antigos. O evento também promoveu debates, homenagens e conexões entre criadores, jornalistas e o público apaixonado por games

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