A Gamescom Latam Vem Ai…

A Gamescom Latam chega com números impressionantes e a promessa de se tornar a maior vitrine de games da América Latina, reunindo indies, grandes empresas e público geral. Apesar do entusiasmo, o texto destaca que o verdadeiro impacto do evento depende do que acontece depois — oportunidades reais, negócios e continuidade. A coluna reforça que um evento forte só faz sentido se ajudar a fortalecer também o mercado brasileiro de games.

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Eu Joguei Investigação Póstuma

O autor relata sua experiência ao jogar Investigação Póstuma, destacando o apelo visual, o estilo de narrativa interativa e a forte inspiração literária em Machado de Assis. Ele elogia a produção e a ambientação noir, mas aponta que o ritmo detalhado pode afastar jogadores acostumados a experiências mais ágeis. No fim, reforça que o jogo é de alta qualidade e merece ser apreciado como parte da cena brasileira de games.

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Quando O Jogo Some Do Mapa!

Os jogos digitais desaparecem com muito mais frequência do que o público imagina, seja por venda de estúdios, abandono de projetos ou inviabilidade comercial. Sem manutenção, servidores, atualizações ou interesse corporativo, até títulos relevantes acabam sumindo das lojas e da memória coletiva. A falta de preservação faz com que parte importante da história dos games brasileiros simplesmente deixe de existir.

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Lei Felca: proteção ou ruído regulatório?

A coluna discute como a Lei Felca, apesar da intenção de proteger jovens, pode gerar insegurança jurídica e aumentar o atrito para desenvolvedores, especialmente os indies. O risco maior não é a censura explícita, mas decisões preventivas das plataformas diante de regras vagas e mal definidas. O texto conclui que entender o ambiente regulatório é essencial para sobreviver em um mercado já competitivo e cheio de incertezas.

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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O Tempo Não Espera Ninguém

Os desenvolvedores que tentam voltar ao mercado após anos afastados encontram uma indústria completamente transformada, mais rápida, competitiva e dependente de marketing e visibilidade. As ferramentas ficaram acessíveis, mas a concorrência explodiu, tornando difícil não apenas publicar, mas existir. O maior desafio de quem retorna é entender que o setor seguiu em frente — e não espera por ninguém.

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Edição Número 100

A edição número 100 celebra a trajetória da coluna Por Um Punhado de Bits, do mestre Renato Degiovani, revisitando textos que marcaram debates sobre cultura, mercado e desenvolvimento de jogos no Brasil. Notamos como a coluna se tornou um espaço de reflexão crítica ao longo de très anos, reunindo temas que vão de preservação digital a autoria, diversidade e carreira no setor. Comemore este marco conosco!

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Um Estranho No Ninho

O texto destaca a trajetória de Walter Machado como um dos desenvolvedores indie mais prolíficos do Brasil, com milhões de cópias vendidas na Steam e uma estratégia baseada em jogos rápidos e preços acessíveis. Ele construiu uma franquia sólida com UBERMOSH e diversos spin-offs, mantendo relevância mesmo trabalhando sozinho. Sua carreira mostra como consistência, foco e compreensão da plataforma podem garantir sustentabilidade no mercado indie.

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Jogo É Jogo!

Os games e as apostas compartilham linguagem e mecânicas, mas têm propósitos culturais e econômicos completamente diferentes. Enquanto o videogame busca expressão, narrativa e experiência, as bets operam para maximizar engajamento e extração de valor. A confusão entre os dois setores afeta políticas públicas, percepção social e o próprio desenvolvimento de jogos no Brasil.

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O Custo Invisível Dos Anos De Desenvolvimento

O texto discute como projetos de jogos brasileiros passam anos em desenvolvimento sem conclusão, acumulando desgaste criativo, estrutural e humano. Mostra que financiamento, editais e visibilidade não garantem finalização quando há escopo inflado e má gestão. Usa casos como Trajes Fatais e 171 para ilustrar como o tempo excessivo pode transformar promessas em projetos eternos.

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Ninguém Cria No Vácuo

A discussão sobre IA não se resume a “roubo”, mas à diferença de escala e ao contexto econômico em que ela aprende e produz. Humanos sempre criaram a partir de referências, enquanto modelos reproduzem padrões em massa, afetando diretamente quem produz o material que os treina. O debate central é como integrar aprendizado humano e artificial em um sistema justo, sem substituir pessoas, mas potencializando-as.

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O Manual De Games Do Minc

O texto analisa o Manual de Games do MinC, reconhecendo seus méritos ao mapear políticas culturais e dialogar com outras linguagens artísticas.
Aponta, porém, limitações importantes: foco excessivo no audiovisual, falta de compreensão técnica sobre desenvolvimento de jogos e ausência de diretrizes práticas.
Conclui que, apesar de bem‑intencionado, o documento ainda não atende às necessidades reais da indústria de games no Brasil.

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Nova Lei da Multimídia: o que muda para quem trabalha com games

O texto explica que a Lei nº 15.325/2026 regulamenta a profissão de multimídia no Brasil, incluindo o desenvolvimento de jogos eletrônicos. Embora traga reconhecimento formal e alguma segurança jurídica, a norma não cria empregos nem políticas reais de fomento ao setor. Para os games, o impacto é mais simbólico do que estrutural, deixando de lado incentivos, apoio técnico e medidas específicas para a indústria.

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Resumindo 2025…

O cenário de games no Brasil em 2025 mostra vitalidade criativa apesar da falta de apoio estrutural. A produção independente segue como força central, impulsionada por eventos e pela resistência cultural dos desenvolvedores. Ainda assim, a ausência de políticas públicas e a baixa visibilidade mantêm muitos jogos nacionais invisíveis.

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Pequeno Catálogo Paralelo

O texto apresenta um panorama dos projetos paralelos publicados no site TILT, destacando sua importância histórica para o desenvolvimento de jogos no Brasil. Mostra como essas obras funcionam como laboratório de experimentação, ensino e preservação técnica ao longo de décadas. Defende que esse conjunto forma um registro valioso da criatividade e persistência dos desenvolvedores brasileiros.

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A Steam Não Te Odeia

O texto discute como muitos jogos brasileiros lançados na Steam desaparecem rapidamente por falta de visibilidade e engajamento. Ele aponta erros comuns dos desenvolvedores, como confiar apenas no algoritmo e negligenciar marketing e comunidade. Defende que estratégia, posicionamento e comunicação são tão essenciais quanto o próprio desenvolvimento do jogo.

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A Política nos Games

O texto discute como os games, mesmo quando parecem neutros, carregam críticas sociais e políticas em suas narrativas e mecânicas. Ele mostra exemplos de jogos que satirizam corrupção e costumes, destacando que sistemas de jogo sempre refletem ideologias. A conclusão reforça que os games são artefatos culturais complexos, capazes de provocar reflexão e ampliar perspectivas.

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