Mais Jogos Ou Mais Mercado?

O texto discute como o Brasil produz muitos jogos, mas ainda carece de um mercado estruturado, contínuo e com identidade própria. A Gamescom Latam funciona como vitrine, mas não resolve a falta de distribuição, divulgação e público local. Sem eventos menores, linguagem nacional e mecanismos permanentes, a indústria segue produtiva, porém sem sustentação real.

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DreamColor Plus: O Avanço Técnico que Moderniza o Controle do Sega Dreamcast

O DreamColor Plus surge como uma evolução estrutural definitiva para o periférico icônico do Sega Dreamcast, substituindo a PCB original por hardware contemporâneo. O projeto, idealizado pelo brasileiro Angelo Pontes, preserva o design ergonômico clássico enquanto resolve limitações históricas do console, como a ausência de um segundo analógico. Além da conectividade sem fio, o dispositivo […]

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Meu aprendizado básico

O texto relembra a descoberta do BASIC nos anos 80 e como programar em microcomputadores transformou a relação do autor com tecnologia. A narrativa mostra o impacto do NE Z80, das primeiras linguagens e da curiosidade que guiou toda a jornada. É um relato nostálgico sobre aprender a programar na era dos computadores pessoais e como isso moldou gerações.

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A Gamescom Latam Vem Ai…

A Gamescom Latam chega com números impressionantes e a promessa de se tornar a maior vitrine de games da América Latina, reunindo indies, grandes empresas e público geral. Apesar do entusiasmo, o texto destaca que o verdadeiro impacto do evento depende do que acontece depois — oportunidades reais, negócios e continuidade. A coluna reforça que um evento forte só faz sentido se ajudar a fortalecer também o mercado brasileiro de games.

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Eu Joguei Investigação Póstuma

O autor relata sua experiência ao jogar Investigação Póstuma, destacando o apelo visual, o estilo de narrativa interativa e a forte inspiração literária em Machado de Assis. Ele elogia a produção e a ambientação noir, mas aponta que o ritmo detalhado pode afastar jogadores acostumados a experiências mais ágeis. No fim, reforça que o jogo é de alta qualidade e merece ser apreciado como parte da cena brasileira de games.

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Quando O Jogo Some Do Mapa!

Os jogos digitais desaparecem com muito mais frequência do que o público imagina, seja por venda de estúdios, abandono de projetos ou inviabilidade comercial. Sem manutenção, servidores, atualizações ou interesse corporativo, até títulos relevantes acabam sumindo das lojas e da memória coletiva. A falta de preservação faz com que parte importante da história dos games brasileiros simplesmente deixe de existir.

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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O Tempo Não Espera Ninguém

Os desenvolvedores que tentam voltar ao mercado após anos afastados encontram uma indústria completamente transformada, mais rápida, competitiva e dependente de marketing e visibilidade. As ferramentas ficaram acessíveis, mas a concorrência explodiu, tornando difícil não apenas publicar, mas existir. O maior desafio de quem retorna é entender que o setor seguiu em frente — e não espera por ninguém.

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Edição Número 100

A edição número 100 celebra a trajetória da coluna Por Um Punhado de Bits, do mestre Renato Degiovani, revisitando textos que marcaram debates sobre cultura, mercado e desenvolvimento de jogos no Brasil. Notamos como a coluna se tornou um espaço de reflexão crítica ao longo de très anos, reunindo temas que vão de preservação digital a autoria, diversidade e carreira no setor. Comemore este marco conosco!

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Um Estranho No Ninho

O texto destaca a trajetória de Walter Machado como um dos desenvolvedores indie mais prolíficos do Brasil, com milhões de cópias vendidas na Steam e uma estratégia baseada em jogos rápidos e preços acessíveis. Ele construiu uma franquia sólida com UBERMOSH e diversos spin-offs, mantendo relevância mesmo trabalhando sozinho. Sua carreira mostra como consistência, foco e compreensão da plataforma podem garantir sustentabilidade no mercado indie.

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Jogo É Jogo!

Os games e as apostas compartilham linguagem e mecânicas, mas têm propósitos culturais e econômicos completamente diferentes. Enquanto o videogame busca expressão, narrativa e experiência, as bets operam para maximizar engajamento e extração de valor. A confusão entre os dois setores afeta políticas públicas, percepção social e o próprio desenvolvimento de jogos no Brasil.

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O Custo Invisível Dos Anos De Desenvolvimento

O texto discute como projetos de jogos brasileiros passam anos em desenvolvimento sem conclusão, acumulando desgaste criativo, estrutural e humano. Mostra que financiamento, editais e visibilidade não garantem finalização quando há escopo inflado e má gestão. Usa casos como Trajes Fatais e 171 para ilustrar como o tempo excessivo pode transformar promessas em projetos eternos.

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Ninguém Cria No Vácuo

A discussão sobre IA não se resume a “roubo”, mas à diferença de escala e ao contexto econômico em que ela aprende e produz. Humanos sempre criaram a partir de referências, enquanto modelos reproduzem padrões em massa, afetando diretamente quem produz o material que os treina. O debate central é como integrar aprendizado humano e artificial em um sistema justo, sem substituir pessoas, mas potencializando-as.

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