Por Um Punhado De Bits: Fim Do Mistério

O texto reflete uma crítica à forma como os números de negócios do B2B do BIG Festival são divulgados, sugerindo que podem ser inflados por autorrelatos sem verificação. O autor compartilha sua experiência pessoal como participante e questiona a real efetividade dos acordos firmados. Ele defende que dados mais honestos ajudariam a entender melhor o impacto do evento. No fim, propõe mais bom senso na análise do setor.

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Por Um Punhado De Bits: Beam Me Up, Scotty

Na coluna desta semana, refletimos sobre como os avanços tecnológicos do dia a dia — de apps que identificam plantas a tradutores de miados — nos aproximam cada vez mais da ficção científica de Star Trek. A partir dessa provocação, o texto explora ideias inusitadas e pouco exploradas para jogos digitais, que envolvem emoções, eventos do mundo real e experiências persistentes que evoluem com o tempo. Uma reflexão divertida e crítica sobre o futuro da diversão digital.

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Autoria

O texto analisa a ausência de reconhecimento individual na autoria de jogos brasileiros, destacando como, diferente de outras artes, os games costumam ser creditados a empresas, muitas vezes fictícias. Isso remonta aos anos 1980, quando formalizar uma empresa era complexo e caro. A reflexão propõe que reconhecer autores é essencial para criar referências humanas e inspiradoras no setor de games nacional.

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Por Um Punhado De Bits: Ora Bolhas

Bolhas nos Games: Você está dentro de qual? Desde os tempos do BASIC, a indústria de games é dividida em “bolhas”: hardware, software, estilos… E elas nem sempre se comunicam!

Nos anos 80, a escolha do hardware (Sinclair, TRS 80, Apple II) já definia sua bolha. Hoje, temos PCs, consoles, mobile… e dentro de cada um, sub-bolhas de jogadores casuais e hardcore, fãs de diferentes gêneros…

Mas por que isso importa?

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