Cultura Não É Skin

A reflexão mostra que identidade cultural em jogos não nasce de estética folclórica, mas da forma brasileira de pensar, narrar e interagir. O texto critica a tendência de developers tentarem parecer estrangeiros, criando produtos tecnicamente bons, porém emocionalmente neutros. A força do game brasileiro surge quando ele assume sua própria linguagem, humor e contradições — não quando veste uma “skin” temática.

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Sega lança ‘Sega Universe’ para levar clássicos dos games ao cinema, TV e além

A SEGA iniciou uma movimentação ambiciosa para transformar suas propriedades intelectuais históricas em marcas de entretenimento global que transcendem os consoles. Sob o selo “SEGA Universe”, a companhia japonesa planeja revitalizar títulos clássicos do seu catálogo através de adaptações para o cinema, séries de televisão e outras mídias. Essa mudança estratégica reflete o sucesso comercial […]

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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