Renato Degiovani lança conteúdo atualizado do Board-3, livro digital interativo para criar Adventures
“São quase 43 anos de experiência e desenvolvimento do sistema”, conta Renato.
Continue lendo...“São quase 43 anos de experiência e desenvolvimento do sistema”, conta Renato.
Continue lendo...Uma analise do crescimento do mercado de jogos digitais no Brasil e os desafios enfrentados pelos desenvolvedores independentes. Destaca três forças que influenciam negativamente o setor: pirataria, audiovisual oportunista e apostas online. Defende a valorização da produção local por meio de cooperação, autenticidade e resistência cultural.
Continue lendo...O texto analisa as mudanças na Avenida Indie da BGS, destacando a perda de identidade e a ausência de sinalização adequada. Critica a escassez de jogos independentes e a falta de apoio aos desenvolvedores. Propõe reflexões sobre o futuro dos eventos voltados à cultura indie no Brasil.
Continue lendo...Profissional atua desde os anos 90 no mercado de design digital e de games.
Continue lendo...Evento preenche o final de semana com inúmeras atrações e exclusividades.
Continue lendo...Encontro acontece nesta quarta, dia 3 de setembro, às 20h, via YouTube.
Continue lendo...A coluna “Por Um Punhado de Bits” discute como a censura digital se disfarça de proteção contra conteúdos nocivos, afetando especialmente os criadores independentes. Ela alerta para os riscos da regulação antecipada e da autocensura imposta por plataformas. Com tom crítico, o texto defende a liberdade de expressão como valor essencial na cultura dos games
Continue lendo...Conhecido como o primeiro Game Designer brasileiro, Renato Degiovani será homenageado no Canal 3 Expo em 2025
Continue lendo...Campanha para a impressão da publicação segue até setembro.
Continue lendo...Retrocon 2025 foi um evento marcante no segmento de jogos digitais no país.
Continue lendo...O projeto Indie Brasilis segue o mesmo princípio jornalístico.
Continue lendo...A crônica usa a metáfora de uma galinha mineira para criticar a superficialidade das promessas da indústria global de games. Destaca a desconexão entre inovação tecnológica e experiência real, emocional e cultural. Defende o retorno à simplicidade, autenticidade e relevância local nos jogos.
Continue lendo...No início, criar jogos era apenas texto e desafio. Hoje, com tantas ferramentas disponíveis, é fácil esquecer que o mais importante é propor experiências cativantes. Gráficos e sons ajudam, mas o coração de um game é o desafio. A coluna convida os devs a refletirem sobre isso com bom humor e experiência.
Continue lendo...O VEO 3 da OpenAI revoluciona a geração de vídeos, trazendo realismo cinematográfico e interatividade dinâmica. Ele cria cenas em 4K, adaptando-se às escolhas do usuário. Essa tecnologia promete transformar jogos, narrativa digital e produção audiovisual.
Continue lendo...Embora inovador para a época, o catálogo é desconhecido por muitos brasileiros.
Continue lendo...O texto reflete uma crítica à forma como os números de negócios do B2B do BIG Festival são divulgados, sugerindo que podem ser inflados por autorrelatos sem verificação. O autor compartilha sua experiência pessoal como participante e questiona a real efetividade dos acordos firmados. Ele defende que dados mais honestos ajudariam a entender melhor o impacto do evento. No fim, propõe mais bom senso na análise do setor.
Continue lendo...Na coluna desta semana, refletimos sobre como os avanços tecnológicos do dia a dia — de apps que identificam plantas a tradutores de miados — nos aproximam cada vez mais da ficção científica de Star Trek. A partir dessa provocação, o texto explora ideias inusitadas e pouco exploradas para jogos digitais, que envolvem emoções, eventos do mundo real e experiências persistentes que evoluem com o tempo. Uma reflexão divertida e crítica sobre o futuro da diversão digital.
Continue lendo...Jornais, TV e revistas oferecem mais espaço para a divulgação dos indies brasileiros.
Continue lendo...O texto analisa a ausência de reconhecimento individual na autoria de jogos brasileiros, destacando como, diferente de outras artes, os games costumam ser creditados a empresas, muitas vezes fictícias. Isso remonta aos anos 1980, quando formalizar uma empresa era complexo e caro. A reflexão propõe que reconhecer autores é essencial para criar referências humanas e inspiradoras no setor de games nacional.
Continue lendo...Texto com um relato reflexivo e bem-humorado de alguém com décadas de experiência em tecnologia e desenvolvimento de games, que revisita marcos históricos desde os anos 60 até hoje
Continue lendo...