Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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O Tempo Não Espera Ninguém

Os desenvolvedores que tentam voltar ao mercado após anos afastados encontram uma indústria completamente transformada, mais rápida, competitiva e dependente de marketing e visibilidade. As ferramentas ficaram acessíveis, mas a concorrência explodiu, tornando difícil não apenas publicar, mas existir. O maior desafio de quem retorna é entender que o setor seguiu em frente — e não espera por ninguém.

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Por que o passado parece um lugar melhor?

A nostalgia como abrigo Essa semana falamos sobre nostalgia no Encontroverso. Entre lembranças de filmes, músicas, videogames e histórias de infância, surgiu aquela sensação seguida de uma constatação curiosa que muita gente reconhece imediatamente. A impressão de que certas coisas eram melhores no passado. Melhores ou, pelo menos, mais intensas. Depois que o episódio foi […]

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