Pesquisa Game Brasil 2026

Durante muito tempo, a indústria brasileira de jogos digitais viveu uma curiosa contradição: os jogadores diziam que existiam e as empresas fingiam que não acreditavam. De vez em quando aparecia algum executivo explicando que o brasileiro não comprava jogos, que só pirateava, que console era artigo de luxo e que produzir games por aqui era […]

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Cultic e os clássicos FPS dos anos 90 agora nos consoles

Vamos conferir neste review – Cultic que é um FPS primoroso, naquele traço pixelado, em falso 3D que aprendemos a amar com Doom, Heretic e Duke Nukem 3D na década de 1990, neste caso, desenvolvido pelo criador solo Jason Smith. Foi lançado para PC em 2022 com a inspiração dos clássicos de tiro Star Wars Jedi Knight: Dark Forces II e Resident Evil 4 da mesma maneira combinando a jogabilidade àquela estética retrô pixelada e bem sombria.

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O Lobo, O Grupo E A Máquina

Durante muito tempo, criar um jogo sozinho significava aceitar que algumas coisas simplesmente não seriam feitas. O programador poderia escrever um excelente código, mas talvez não soubesse desenhar. O artista poderia construir cenários maravilhosos, mas não conseguiria programar o movimento de uma porta. O músico poderia compor uma trilha memorável, mas dependeria de alguém para […]

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Estúdio de Brasília Une Beat’em Up e Cultura Brasileira em Distopia Tecnológica no Distrito Federal

O cenário de desenvolvimento de jogos independentes no Brasil continua a expandir seus horizontes temáticos com propostas que unem mecânicas clássicas a narrativas profundamente enraizadas na identidade nacional. Recentemente, a desenvolvedora brasiliense Uruca Game Studio chamou a atenção do mercado ao revelar novos detalhes sobre Zamburá, seu próximo projeto comercial. Consequentemente, o título se posiciona […]

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De Chilique Em Chilique

A disputa entre mídia física e digital revela como a relação dos jogadores com os games mudou nas últimas décadas.
O texto analisa vantagens, riscos, impostos e o impacto da distribuição digital em um mercado cada vez mais conectado.
A conclusão destaca que, apesar das mudanças tecnológicas, o essencial permanece: a vontade de jogar e descobrir novos mundos

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Isso Dá Jogo

A reflexão mostra como situações comuns — de eleições históricas a caos cotidiano — escondem estruturas perfeitas para game design. O texto explica que bons jogos nascem de mecanismos, decisões e tensões presentes na vida real, não apenas de grandes histórias. A conclusão reforça que todo designer aprende a enxergar o mundo como um conjunto infinito de jogos ainda não criados.

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O Prazer de Programar Mundos

A reflexão explora como programar evoluiu dos computadores limitados dos anos 1980 às ferramentas modernas e à inteligência artificial. O texto mostra que, apesar das facilidades atuais, a essência da programação continua sendo resolver problemas e criar mundos com lógica. A conclusão destaca o fascínio e a autoria envolvidos no ato de transformar ideias em universos funcionais.

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O Fetiche Da Inovação

A análise discute como a busca cega por inovação afasta jogos brasileiros do que realmente importa: diversão, clareza e apelo comercial. O texto mostra por que projetos excessivamente complexos falham em conquistar público e investidores. A conclusão reforça que boas releituras funcionam melhor que ideias “revolucionárias” sem propósito.

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Vale A Pena Ler De Novo

O texto desmonta os dogmas repetidos no mercado brasileiro de games e mostra como eles distorcem a percepção sobre a indústria. Ele destaca que o problema nunca foi talento, mas falta de estrutura, autenticidade, continuidade e integração real entre produção, divulgação e público. A conclusão é clara: o mercado só amadurece quando abandona mantras e encara a realidade.

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Cultura Não É Skin

A reflexão mostra que identidade cultural em jogos não nasce de estética folclórica, mas da forma brasileira de pensar, narrar e interagir. O texto critica a tendência de developers tentarem parecer estrangeiros, criando produtos tecnicamente bons, porém emocionalmente neutros. A força do game brasileiro surge quando ele assume sua própria linguagem, humor e contradições — não quando veste uma “skin” temática.

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CRITICAL REFLEX apresenta line-up de terror e indies criativos na Gamescom Latam 2026

A Gamescom latam 2026 está com um clima muito claro este ano: negócios, networking, conexões estratégicas e muita oportunidade para quem entende que o mercado de games vai muito além do controle na mão. O evento está bastante focado em Business, encontros profissionais e movimentações importantes para publishers, estúdios, imprensa e criadores de conteúdo. Mas […]

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Mais Jogos Ou Mais Mercado?

O texto discute como o Brasil produz muitos jogos, mas ainda carece de um mercado estruturado, contínuo e com identidade própria. A Gamescom Latam funciona como vitrine, mas não resolve a falta de distribuição, divulgação e público local. Sem eventos menores, linguagem nacional e mecanismos permanentes, a indústria segue produtiva, porém sem sustentação real.

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Meu aprendizado básico

O texto relembra a descoberta do BASIC nos anos 80 e como programar em microcomputadores transformou a relação do autor com tecnologia. A narrativa mostra o impacto do NE Z80, das primeiras linguagens e da curiosidade que guiou toda a jornada. É um relato nostálgico sobre aprender a programar na era dos computadores pessoais e como isso moldou gerações.

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Eu Joguei Investigação Póstuma

O autor relata sua experiência ao jogar Investigação Póstuma, destacando o apelo visual, o estilo de narrativa interativa e a forte inspiração literária em Machado de Assis. Ele elogia a produção e a ambientação noir, mas aponta que o ritmo detalhado pode afastar jogadores acostumados a experiências mais ágeis. No fim, reforça que o jogo é de alta qualidade e merece ser apreciado como parte da cena brasileira de games.

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Quando O Jogo Some Do Mapa!

Os jogos digitais desaparecem com muito mais frequência do que o público imagina, seja por venda de estúdios, abandono de projetos ou inviabilidade comercial. Sem manutenção, servidores, atualizações ou interesse corporativo, até títulos relevantes acabam sumindo das lojas e da memória coletiva. A falta de preservação faz com que parte importante da história dos games brasileiros simplesmente deixe de existir.

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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