Mega Drive e a Paixão por videogames!
Mega Drive é vida!
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Continue lendo...O texto destaca a trajetória de Walter Machado como um dos desenvolvedores indie mais prolíficos do Brasil, com milhões de cópias vendidas na Steam e uma estratégia baseada em jogos rápidos e preços acessíveis. Ele construiu uma franquia sólida com UBERMOSH e diversos spin-offs, mantendo relevância mesmo trabalhando sozinho. Sua carreira mostra como consistência, foco e compreensão da plataforma podem garantir sustentabilidade no mercado indie.
Continue lendo...Quando o corpo vira meta Você abre a câmera frontal só para ver como ficou o cabelo, entra na rede social para postar a foto porque se sentiu bem e, sem perceber, já está deslizando filtros. Um ajusta a pele, outro afina o rosto, outro corrige a luz. Em segundos, a imagem “melhora”… ou parece […]
Continue lendo...Os games e as apostas compartilham linguagem e mecânicas, mas têm propósitos culturais e econômicos completamente diferentes. Enquanto o videogame busca expressão, narrativa e experiência, as bets operam para maximizar engajamento e extração de valor. A confusão entre os dois setores afeta políticas públicas, percepção social e o próprio desenvolvimento de jogos no Brasil.
Continue lendo...Quando o passado parece perto e o ontem parece longe Existe uma sensação estranha que quase todo mundo já experimentou. Você pensa em algo que aconteceu há quinze anos e aquilo parece perto. Quase tangível. Como se estivesse logo ali, atrás da porta. Mas algo que aconteceu ontem parece distante, como se tivesse ocorrido meses […]
Continue lendo...Livro será lançado em SP no dia 21 de fevereiro, com a presença dos autores.
Continue lendo...Os dados mostram que os games já fazem parte dos hábitos culturais da maioria dos brasileiros, superando atividades tradicionais como cinema e teatro. O público é majoritariamente jovem, com maior participação nas classes A/B e entre pessoas com ensino superior. A prática é equilibrada entre homens e mulheres, reforçando a popularidade dos jogos no país.
Continue lendo...O texto discute como projetos de jogos brasileiros passam anos em desenvolvimento sem conclusão, acumulando desgaste criativo, estrutural e humano. Mostra que financiamento, editais e visibilidade não garantem finalização quando há escopo inflado e má gestão. Usa casos como Trajes Fatais e 171 para ilustrar como o tempo excessivo pode transformar promessas em projetos eternos.
Continue lendo...Uma confusão comum que muda tudoAtenção e concentração costumam ser usadas como sinônimos, mas essa troca aparentemente inofensiva gera muita confusão, não só para você quem vem aqui pra ler um pouco de nerdice com saúde mental, mas também para o profissional de saúde mental. E não é só uma questão de linguagem. Entender a […]
Continue lendo...Os jogos casuais prosperam no ritmo fragmentado da vida moderna, oferecendo recompensas rápidas e baixo esforço cognitivo. Já as grandes franquias exigem tempo, foco e envolvimento contínuo, tornando-se experiências mais seletivas. A diferença entre eles reflete menos qualidade e mais adaptação ao contexto cultural de atenção dispersa.
Continue lendo...Um livro de finanças que me falou sobre a vida Há poucos dias, lendo o livro A Psicologia Financeira, de Morgan Housel, me deparei com uma frase que não saiu mais da minha cabeça: “A felicidade é o que sobra dos resultados depois de subtraídas as nossas expectativas.” Curioso, né? Eu não sou investidor de […]
Continue lendo...A discussão sobre IA não se resume a “roubo”, mas à diferença de escala e ao contexto econômico em que ela aprende e produz. Humanos sempre criaram a partir de referências, enquanto modelos reproduzem padrões em massa, afetando diretamente quem produz o material que os treina. O debate central é como integrar aprendizado humano e artificial em um sistema justo, sem substituir pessoas, mas potencializando-as.
Continue lendo...O jogo que não desligava quando o console era desligado Existe um fenômeno curioso descrito originalmente em jogadores de Tetris: depois de horas encaixando peças, o cérebro continua tentando organizar o mundo em blocos, mesmo longe da tela. Pessoas relatavam olhar prédios, caixas, prateleiras e imaginar automaticamente como tudo poderia se encaixar melhor. Algo parecido […]
Continue lendo...O texto analisa o Manual de Games do MinC, reconhecendo seus méritos ao mapear políticas culturais e dialogar com outras linguagens artísticas.
Aponta, porém, limitações importantes: foco excessivo no audiovisual, falta de compreensão técnica sobre desenvolvimento de jogos e ausência de diretrizes práticas.
Conclui que, apesar de bem‑intencionado, o documento ainda não atende às necessidades reais da indústria de games no Brasil.
Quando cuidar demais começa a doerExiste um tipo de cansaço que não vem do excesso de trabalho físico nem da falta de descanso. Ele nasce do contato contínuo com o sofrimento alheio. A pessoa acorda cansada, mesmo tendo dormido. Sente-se emocionalmente drenada, mesmo quando ama o que faz. Esse estado tem nome: cansaço por compaixão. […]
Continue lendo...O texto explica que a Lei nº 15.325/2026 regulamenta a profissão de multimídia no Brasil, incluindo o desenvolvimento de jogos eletrônicos. Embora traga reconhecimento formal e alguma segurança jurídica, a norma não cria empregos nem políticas reais de fomento ao setor. Para os games, o impacto é mais simbólico do que estrutural, deixando de lado incentivos, apoio técnico e medidas específicas para a indústria.
Continue lendo...Prazer em excesso, cansaço constante A internet nos trouxe diversos paradoxos. Hoje buscamos diversas soluções tecnológicas para problemas que não existiriam se não houvesse uma tecnologia anterior intrinsecamente ligada àquele problema. Mas não é somente na área da tecnologia que novos problemas têm surgido. O homem é um ser curioso por natureza. É por causa […]
Continue lendo...A infância na rua oferecia liberdade, criatividade e desafios reais, enquanto os jogos digitais trouxeram novas formas de interação e imaginação. Cada mundo tem vantagens e limitações — da autonomia física da rua ao conforto e variedade das telas. O ponto central é buscar equilíbrio, sem transformar nenhum dos dois em monopólio da experiência infantil.
Continue lendo...Aviso de spoilersEste texto contém spoilers de Stranger Things. Se você ainda não assistiu ao final da série, talvez seja melhor voltar aqui depois. Mas, se não tiver problemas, fica até o fim, porque este texto é bem tocante para mim. Crescer não é um evento, é um processoStranger Things começou como uma história sobre […]
Continue lendo...Jogar videogame é uma forma de aprender um pouco sobre a vida!
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