De Chilique Em Chilique

A disputa entre mídia física e digital revela como a relação dos jogadores com os games mudou nas últimas décadas.
O texto analisa vantagens, riscos, impostos e o impacto da distribuição digital em um mercado cada vez mais conectado.
A conclusão destaca que, apesar das mudanças tecnológicas, o essencial permanece: a vontade de jogar e descobrir novos mundos

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Isso Dá Jogo

A reflexão mostra como situações comuns — de eleições históricas a caos cotidiano — escondem estruturas perfeitas para game design. O texto explica que bons jogos nascem de mecanismos, decisões e tensões presentes na vida real, não apenas de grandes histórias. A conclusão reforça que todo designer aprende a enxergar o mundo como um conjunto infinito de jogos ainda não criados.

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Raul Tabajara lança campanha no Catarse para publicação de novo romance ciberpunk nacional

O animador e desenvolvedor brasileiro Raul Tabajara abriu oficialmente uma nova campanha de financiamento coletivo na plataforma digital Catarse. O objetivo principal deste projeto independente consiste em viabilizar a publicação de seu mais novo livro de romance ficcional cyberpunk. O livro, intitulado Vulcânicos, expande um universo de RPG previamente criado pelo próprio autor. Portanto, a […]

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O Fetiche Da Inovação

A análise discute como a busca cega por inovação afasta jogos brasileiros do que realmente importa: diversão, clareza e apelo comercial. O texto mostra por que projetos excessivamente complexos falham em conquistar público e investidores. A conclusão reforça que boas releituras funcionam melhor que ideias “revolucionárias” sem propósito.

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Vale A Pena Ler De Novo

O texto desmonta os dogmas repetidos no mercado brasileiro de games e mostra como eles distorcem a percepção sobre a indústria. Ele destaca que o problema nunca foi talento, mas falta de estrutura, autenticidade, continuidade e integração real entre produção, divulgação e público. A conclusão é clara: o mercado só amadurece quando abandona mantras e encara a realidade.

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Cultura Não É Skin

A reflexão mostra que identidade cultural em jogos não nasce de estética folclórica, mas da forma brasileira de pensar, narrar e interagir. O texto critica a tendência de developers tentarem parecer estrangeiros, criando produtos tecnicamente bons, porém emocionalmente neutros. A força do game brasileiro surge quando ele assume sua própria linguagem, humor e contradições — não quando veste uma “skin” temática.

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Identidade Não Se Compra Na Esquina

Semana passada, prestes a embarcar rumo à Gamescom Latam, escrevi nesta mesma coluna: O Brasil produz atualmente uma grande quantidade de jogos digitais inéditos, mas ainda não produz um mercado localizado, característico e, principalmente, com identidade nacional. A provocação foi entendida. E, para minha surpresa, aceita. Alguns amigos toparam o desafio de “trocar ideias em […]

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CRITICAL REFLEX apresenta line-up de terror e indies criativos na Gamescom Latam 2026

A Gamescom latam 2026 está com um clima muito claro este ano: negócios, networking, conexões estratégicas e muita oportunidade para quem entende que o mercado de games vai muito além do controle na mão. O evento está bastante focado em Business, encontros profissionais e movimentações importantes para publishers, estúdios, imprensa e criadores de conteúdo. Mas […]

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Mais Jogos Ou Mais Mercado?

O texto discute como o Brasil produz muitos jogos, mas ainda carece de um mercado estruturado, contínuo e com identidade própria. A Gamescom Latam funciona como vitrine, mas não resolve a falta de distribuição, divulgação e público local. Sem eventos menores, linguagem nacional e mecanismos permanentes, a indústria segue produtiva, porém sem sustentação real.

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DreamColor Plus: O Avanço Técnico que Moderniza o Controle do Sega Dreamcast

O DreamColor Plus surge como uma evolução estrutural definitiva para o periférico icônico do Sega Dreamcast, substituindo a PCB original por hardware contemporâneo. O projeto, idealizado pelo brasileiro Angelo Pontes, preserva o design ergonômico clássico enquanto resolve limitações históricas do console, como a ausência de um segundo analógico. Além da conectividade sem fio, o dispositivo […]

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Meu aprendizado básico

O texto relembra a descoberta do BASIC nos anos 80 e como programar em microcomputadores transformou a relação do autor com tecnologia. A narrativa mostra o impacto do NE Z80, das primeiras linguagens e da curiosidade que guiou toda a jornada. É um relato nostálgico sobre aprender a programar na era dos computadores pessoais e como isso moldou gerações.

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A Gamescom Latam Vem Ai…

A Gamescom Latam chega com números impressionantes e a promessa de se tornar a maior vitrine de games da América Latina, reunindo indies, grandes empresas e público geral. Apesar do entusiasmo, o texto destaca que o verdadeiro impacto do evento depende do que acontece depois — oportunidades reais, negócios e continuidade. A coluna reforça que um evento forte só faz sentido se ajudar a fortalecer também o mercado brasileiro de games.

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Eu Joguei Investigação Póstuma

O autor relata sua experiência ao jogar Investigação Póstuma, destacando o apelo visual, o estilo de narrativa interativa e a forte inspiração literária em Machado de Assis. Ele elogia a produção e a ambientação noir, mas aponta que o ritmo detalhado pode afastar jogadores acostumados a experiências mais ágeis. No fim, reforça que o jogo é de alta qualidade e merece ser apreciado como parte da cena brasileira de games.

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Quando O Jogo Some Do Mapa!

Os jogos digitais desaparecem com muito mais frequência do que o público imagina, seja por venda de estúdios, abandono de projetos ou inviabilidade comercial. Sem manutenção, servidores, atualizações ou interesse corporativo, até títulos relevantes acabam sumindo das lojas e da memória coletiva. A falta de preservação faz com que parte importante da história dos games brasileiros simplesmente deixe de existir.

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Quem Conta a História dos Games?

O texto discute como o jornalismo de games evoluiu no Brasil, desde as revistas dos anos 80 até os portais digitais atuais, que moldam a memória da indústria. Ele destaca a diferença entre veículos que apenas replicam releases e aqueles que analisam cultura, mercado e desenvolvimento nacional. A conclusão reforça que, para o setor crescer, é essencial fortalecer quem registra e preserva a história dos jogos brasileiros.

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O Tempo Não Espera Ninguém

Os desenvolvedores que tentam voltar ao mercado após anos afastados encontram uma indústria completamente transformada, mais rápida, competitiva e dependente de marketing e visibilidade. As ferramentas ficaram acessíveis, mas a concorrência explodiu, tornando difícil não apenas publicar, mas existir. O maior desafio de quem retorna é entender que o setor seguiu em frente — e não espera por ninguém.

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