Por que tantos jogos mal otimizados estão chegando ao mercado
Pressa, acionistas e prazos irreais explicam por que tantos jogos chegam mal otimizados e gigantescos hoje.
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Continue lendo...Os desenvolvedores que tentam voltar ao mercado após anos afastados encontram uma indústria completamente transformada, mais rápida, competitiva e dependente de marketing e visibilidade. As ferramentas ficaram acessíveis, mas a concorrência explodiu, tornando difícil não apenas publicar, mas existir. O maior desafio de quem retorna é entender que o setor seguiu em frente — e não espera por ninguém.
Continue lendo...A nostalgia como abrigo Essa semana falamos sobre nostalgia no Encontroverso. Entre lembranças de filmes, músicas, videogames e histórias de infância, surgiu aquela sensação seguida de uma constatação curiosa que muita gente reconhece imediatamente. A impressão de que certas coisas eram melhores no passado. Melhores ou, pelo menos, mais intensas. Depois que o episódio foi […]
Continue lendo...Game over e vidas limitadas: por que errar fazia parte da essência dos jogos clássicos de plataforma, luta e arcade.
Continue lendo...A IA Generativa (IAG). Não se trata apenas de uma nova ferramenta, mas de uma mudança de paradigma que toca no cerne do que consideramos “criação”.
Continue lendo...Museu dos EUA adquire raro protótipo de desenvolvimento do Nintendo PlayStation, peça histórica ligada à origem do PlayStation.
Continue lendo...A edição número 100 celebra a trajetória da coluna Por Um Punhado de Bits, do mestre Renato Degiovani, revisitando textos que marcaram debates sobre cultura, mercado e desenvolvimento de jogos no Brasil. Notamos como a coluna se tornou um espaço de reflexão crítica ao longo de très anos, reunindo temas que vão de preservação digital a autoria, diversidade e carreira no setor. Comemore este marco conosco!
Continue lendo...Sim! Hoje é quarta! Ontem foi terça-feira… o dia que normalmente eu posto meus textos aqui na coluna. Faço isso regularmente! Quer dizer, fazia… ontem eu esqueci! Às vezes coisas regulares nos passam despercebidas. Só me atentei para isso quando já estava prestes a dormir… e então percebi que eu não tinha pensado num tema […]
Continue lendo...Saídas no Xbox, Resident Evil Requiem e alta no hardware agitam o mercado gamer atual!
Continue lendo...Mega Drive é vida!
Continue lendo...O texto destaca a trajetória de Walter Machado como um dos desenvolvedores indie mais prolíficos do Brasil, com milhões de cópias vendidas na Steam e uma estratégia baseada em jogos rápidos e preços acessíveis. Ele construiu uma franquia sólida com UBERMOSH e diversos spin-offs, mantendo relevância mesmo trabalhando sozinho. Sua carreira mostra como consistência, foco e compreensão da plataforma podem garantir sustentabilidade no mercado indie.
Continue lendo...Quando o corpo vira meta Você abre a câmera frontal só para ver como ficou o cabelo, entra na rede social para postar a foto porque se sentiu bem e, sem perceber, já está deslizando filtros. Um ajusta a pele, outro afina o rosto, outro corrige a luz. Em segundos, a imagem “melhora”… ou parece […]
Continue lendo...Os games e as apostas compartilham linguagem e mecânicas, mas têm propósitos culturais e econômicos completamente diferentes. Enquanto o videogame busca expressão, narrativa e experiência, as bets operam para maximizar engajamento e extração de valor. A confusão entre os dois setores afeta políticas públicas, percepção social e o próprio desenvolvimento de jogos no Brasil.
Continue lendo...Quando o passado parece perto e o ontem parece longe Existe uma sensação estranha que quase todo mundo já experimentou. Você pensa em algo que aconteceu há quinze anos e aquilo parece perto. Quase tangível. Como se estivesse logo ali, atrás da porta. Mas algo que aconteceu ontem parece distante, como se tivesse ocorrido meses […]
Continue lendo...Livro será lançado em SP no dia 21 de fevereiro, com a presença dos autores.
Continue lendo...Os dados mostram que os games já fazem parte dos hábitos culturais da maioria dos brasileiros, superando atividades tradicionais como cinema e teatro. O público é majoritariamente jovem, com maior participação nas classes A/B e entre pessoas com ensino superior. A prática é equilibrada entre homens e mulheres, reforçando a popularidade dos jogos no país.
Continue lendo...O texto discute como projetos de jogos brasileiros passam anos em desenvolvimento sem conclusão, acumulando desgaste criativo, estrutural e humano. Mostra que financiamento, editais e visibilidade não garantem finalização quando há escopo inflado e má gestão. Usa casos como Trajes Fatais e 171 para ilustrar como o tempo excessivo pode transformar promessas em projetos eternos.
Continue lendo...Uma confusão comum que muda tudoAtenção e concentração costumam ser usadas como sinônimos, mas essa troca aparentemente inofensiva gera muita confusão, não só para você quem vem aqui pra ler um pouco de nerdice com saúde mental, mas também para o profissional de saúde mental. E não é só uma questão de linguagem. Entender a […]
Continue lendo...Os jogos casuais prosperam no ritmo fragmentado da vida moderna, oferecendo recompensas rápidas e baixo esforço cognitivo. Já as grandes franquias exigem tempo, foco e envolvimento contínuo, tornando-se experiências mais seletivas. A diferença entre eles reflete menos qualidade e mais adaptação ao contexto cultural de atenção dispersa.
Continue lendo...Um livro de finanças que me falou sobre a vida Há poucos dias, lendo o livro A Psicologia Financeira, de Morgan Housel, me deparei com uma frase que não saiu mais da minha cabeça: “A felicidade é o que sobra dos resultados depois de subtraídas as nossas expectativas.” Curioso, né? Eu não sou investidor de […]
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