Cultura Não É Skin
A reflexão mostra que identidade cultural em jogos não nasce de estética folclórica, mas da forma brasileira de pensar, narrar e interagir. O texto critica a tendência de developers tentarem parecer estrangeiros, criando produtos tecnicamente bons, porém emocionalmente neutros. A força do game brasileiro surge quando ele assume sua própria linguagem, humor e contradições — não quando veste uma “skin” temática.
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